Mariana: vidas soterradas

Hoje, o desastre da Samarco completa um ano. O lamaçal atingiu 30 cidades. À medida que o tempo passa, os atingidos continuam padecendo e o rio Doce agonizando

Por André Teixeira | ODS 11ODS 15ODS 6Vídeo

Publicado em 05/11/2016 - 08h00 (Atualizado há 7 anos)

Tempo de leitura: 3 min

O maior desastre ambiental do país completa um ano neste sábado (5/11). O relógio marcava 15h30 quando o rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, em Mariana, lançou 40 bilhões de litros de lama, matou 19 pessoas, criou um rastro da destruição e tingiu o rio Doce de marrom. À medida que o tempo passa, o desastre vai tomando novos contornos e às consequências socioambientais, econômicas e de saúde continuam sem definição. Clique para acompanhar o drama dos atingidos pelo rompimento da barragem da mineradora, controlada pela brasileira Vale e a anglo-australiana BHP Billiton.

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André Teixeira

Formado em Jornalismo pela UFRJ, começou a carreira como estagiário de O Globo, em 1990. Dois anos depois, passou a trabalhar como free-lancer para empresas como Sebrae, Petrobras, Coca-Cola e Unisys. Em 98, voltou ao Globo, como repórter-fotográfico, e, em 2011, passou a atuar como editor assistente de fotografia. Atualmente escreve e fotografa.

André Teixeira

Formado em Jornalismo pela UFRJ, começou a carreira como estagiário de O Globo, em 1990. Dois anos depois, passou a trabalhar como free-lancer para empresas como Sebrae, Petrobras, Coca-Cola e Unisys. Em 98, voltou ao Globo, como repórter-fotográfico, e, em 2011, passou a atuar como editor assistente de fotografia. Atualmente escreve e fotografa.

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