ODS 1
Vacinas contra a covid-19 podem alterar o DNA?




Wasim A. P. Syed, autor dos guias “Fake News e Como Identificá-las” e “Fake News e Vacinas”: “Nenhuma vacina contra a covid pode alterar o seu DNA”
Integrante da Equipe Halo, da ONU, pesquisador Wasim Syed, especializado em fake news, desmente algumas das informações falsas sobre os imunizantes
No quinto vídeo da série sobre as vacinas contra a covid-19, parceria do #Colabora com a Equipe Halo, iniciativa global liderada pela ONU, o pesquisador Wasim A. P. Syed, autor dos guias “Fake News e Como Identificá-las” (bit.ly/covidfakemanual) e “Fake News e Vacinas”, fala de algumas das muitas informações falsas que estão espalhadas pela internet e pelas redes sociais. “Nenhuma vacina contra a covid pode alterar o seu DNA”, explica Syed, neste estranho tempo quando o presidente da República fala que uma fabricante não quer se responsabilizar caso alguém vire jacaré.
A Equipe Halo foi organizada pela ONU para reunir pesquisadores do novo coronavírus do mundo inteiro com o objetivo de facilitar a comunicação entre a ciência e as pessoas, combater a desinformação e reforçar a confiança do público nas vacinas. A palavra inglesa “Halo” significa auréola em português e representa o anel da ciência que circunda a Terra. Através das redes sociais, os pesquisadores envolvidos no combate ao Sars-Cov-2 mostram seu dia a dia de forma voluntária e publicam vídeos nos quais contam histórias, explicam mais detalhes sobre as pesquisas, respondem perguntas do público, esclarecem boatos e informações incorretas. O #Colabora entra neste mutirão com uma série de vídeos com os cientistas da Equipe Halo falando sobre as vacinas.
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Veja o que já enviamosO time tem sete brasileiros brasileiros em sua escalação: além do Wasim Syed, participam a bióloga Daniela Ferreira, doutora em imunologia, professora e chefe do Departamento de Ciências Clínicas na Liverpool School of Tropical Medicine, no Reino Unido, um dos centros que verificam a eficácia da vacina desenvolvida por Oxford; o biofísico Rômulo Néris, mestre em ciências (Microbiologia) e doutorando em Imunologia e Infecção na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); ; André Báfica, médico, professor de Imunologia da Universidade Federal de Santa Catarina, diretor regional da Sociedade Brasileira de Imunologia e coordenador da Rede IMUNOVIDa, que tem o intuito de promover novas estratégias para o desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus; Jaqueline Góes de Jesus, biomédica, com doutorado em Patologia Humana, e uma das responsáveis pelo sequenciamento genético do novo coronavírus dos primeiros casos de covid-19 na América Latina; Natalia Pasternak, bióloga com pós doutorado em Microbiologia, pesquisadora no Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas (LDV)da USP e diretora-presidente do Instituto Questão de Ciência; e Gustavo Cabral de Miranda, biólogo, com doutorado em Imunologia Cientis e líder da pesquisa de desenvolvimento de vacinas contra a covid-19, assim como vacinas para chikungunya e zika vírus, no Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.
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