A vida nos pilares da Ponte Rio-Niterói

Pesca nos pilares da ponte

O inusitado viveiro de peixes na Baía de Guanabara

Por Custodio Coimbra | ODS 11ODS 12

Publicado em 03/01/2019 - 09h43 (Atualizado há 8 anos)

Tempo de leitura: 4 min

(Texto: Cristina Chacel) – Obra monumental, ela é um dos principais símbolos do regime militar que comandou o Brasil de 1964 a 1985. Inaugurada em 1974, a Ponte Rio-Niterói é caminho, divisa, ponto cardeal. Pelos seus 13,2 km de extensão, dos quais 8,8 km sobre as águas da Baía de Guanabara, circulam mais de 150 mil veículos por dia. Com até 72 metros de altura, a Ponte é registro da ousadia da engenharia nacional. Levou cinco anos para ser construída por um pequeno exército de 10 mil operários. Quando inaugurada, era a segunda maior do mundo. Hoje, sob o vão central, um grande número de pescadores e desempregados retira o sustento de suas famílias junto aos pilares, inusitadamente transformados em grande viveiro de peixes.

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Custodio Coimbra

Fotógrafo de imprensa há 36 anos, Custodio Coimbra, 61 anos, passou pelos principais jornais do Rio e há 25 anos trabalha no jornal O Globo. Nascido no Rio de Janeiro, é hoje um artista requisitado entre colecionadores do mercado de fotografia de arte. Além de fotos divulgadas em jornais e revistas mundo afora, participou de dezenas de mostras coletivas no Brasil e no exterior. Tem sua obra identificada com a história e a paisagem do Rio de Janeiro.

Custodio Coimbra

Fotógrafo de imprensa há 36 anos, Custodio Coimbra, 61 anos, passou pelos principais jornais do Rio e há 25 anos trabalha no jornal O Globo. Nascido no Rio de Janeiro, é hoje um artista requisitado entre colecionadores do mercado de fotografia de arte. Além de fotos divulgadas em jornais e revistas mundo afora, participou de dezenas de mostras coletivas no Brasil e no exterior. Tem sua obra identificada com a história e a paisagem do Rio de Janeiro.

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