Uma avenida chamada Xingu

Por André Teixeira | Fotogaleria

Publicado em 21/03/2018 - 10h55 (Atualizado há 8 anos)

Tempo de leitura: 4 min

Numa região dominada pelas águas e com grandes distâncias entre municípios e distritos, o rio Xingu é a opção natural para os deslocamentos de uma grande parcela dos moradores da Amazônia. Em “voadeiras”, balsas ou canoas, os ribeirinhos usam o leito do rio como avenida, transportando alimentos, eletrodomésticos, carros, motos, tratores e todo tipo de produto. O Xingu é um atalho.  Pelo seu leito, crianças vão à escola, parentes e amigos se visitam, o socorro médico chega e a vida corre no ritmo lento das águas. Ainda que enfrentando obstáculos como a ensecadeira da Usina de Belo Monte, uma barreira de concreto e aço que divide o rio, e que só é possível atravessar com a ajuda de um trator, como se vê na última foto deste ensaio.

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    André Teixeira

    Formado em Jornalismo pela UFRJ, começou a carreira como estagiário de O Globo, em 1990. Dois anos depois, passou a trabalhar como free-lancer para empresas como Sebrae, Petrobras, Coca-Cola e Unisys. Em 98, voltou ao Globo, como repórter-fotográfico, e, em 2011, passou a atuar como editor assistente de fotografia. Atualmente escreve e fotografa.

    André Teixeira

    Formado em Jornalismo pela UFRJ, começou a carreira como estagiário de O Globo, em 1990. Dois anos depois, passou a trabalhar como free-lancer para empresas como Sebrae, Petrobras, Coca-Cola e Unisys. Em 98, voltou ao Globo, como repórter-fotográfico, e, em 2011, passou a atuar como editor assistente de fotografia. Atualmente escreve e fotografa.

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