Memórias da escravidão

Cidade criada por descendentes de escravos que voltaram do Brasil
Cidade criada por descendentes de escravos que voltaram do Brasil
Cidade criada por descendentes de escravos que voltaram do Brasil

Por Paula Autran e Reneé Rocha | ODS 1

Publicado em 20/11/2016 - 10h50 (Atualizado há 10 anos)

Tempo de leitura: 4 min

Bisneto de uma beneficiária da Lei do Ventre Livre, o designer pós-graduado em Marketing e fotógrafo autodidata Cesar Fraga voltou de um ano sabático na África do Sul com uma ideia fixa  na cabeça: queria associar o continente africano à nossa cultura e à nossa história. Assim surgiu o projeto de uma expedição pelos “lugares de memória” da escravidão. Dos países da África visitados por ele saiu boa parte dos 11 milhões de homens e mulheres feitos cativos, quase metade deles no Brasil, ao longo de 350 anos.  “Sou afrodescendente. Em 1992, já havia visitado um campo de concentração alemão. Desta vez, fui nos meus campos de concentração”, conta.

O  trabalho de Cesar Fraga se transformou na mostra ‘Sankofa – Memória da Escravidão na África’, em cartaz até 22 de dezembro, na Caixa Cultural, no Centro do Rio. Sankofa é um mítico pássaro africano de duas cabeças, que simboliza voltar ao passado para dar outro sentido ao presente. No Dia da Consciência Negra, nada mais oportuno. Clique ou toque na imagem para ver a fotogaleria. Se estiver usando o celular, prefira a visualização horizontal.

Memórias da escravidão

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Paula Autran e Reneé Rocha

Paula Autran e Reneé Rocha se completam. No trabalho e na vida. Juntos, têm umas quatro décadas de jornalismo. Ela, no texto, trabalhou no Globo por 17 anos, depois de passar por Jornal do Brasil, O Dia e Revista Veja, sempre cobrindo a cidade do Rio. Ele, nas imagens (paradas ou em movimento), há 20 anos bate ponto no Globo. O melhor desta parceria nasceu no mesmo dia que o #Colabora: 3 de novembro de 2015. Chama-se Pedro, e veio fazer par com a irmã, Maria.

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Paula Autran e Reneé Rocha se completam. No trabalho e na vida. Juntos, têm umas quatro décadas de jornalismo. Ela, no texto, trabalhou no Globo por 17 anos, depois de passar por Jornal do Brasil, O Dia e Revista Veja, sempre cobrindo a cidade do Rio. Ele, nas imagens (paradas ou em movimento), há 20 anos bate ponto no Globo. O melhor desta parceria nasceu no mesmo dia que o #Colabora: 3 de novembro de 2015. Chama-se Pedro, e veio fazer par com a irmã, Maria.

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