Mães na Adversidade: a pena é criar os filhos atrás das grades

Por Portal de Jornalismo ESPM | ArtigoVídeo

Publicado em 19/05/2017 - 23h16 (Atualizado há 9 anos)

Tempo de leitura: 4 min

Elas estão presas, cumprem suas penas, pagam pelo que fizeram mas continuam sendo mães, com todo o amor, dúvidas, medos e esperanças que isso representa. Neste episódio da websérie Mães na Adversidade, o drama das mulheres que vivem com seus filhos atrás das grades.

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O Portal de Jornalismo da ESPM-Rio tem o conteúdo produzido por alunos do curso de Jornalismo, sob a coordenação da professora Adriana Barsotti

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Comentários

  1. O país preso na doença de suas cadeias – https://bemblogado.com.br/site/

    […] Direito das mulheres: gestantes e mulheres com filhos menores de 12 anos têm direito a aguardar seu julgamento fora da prisão. “Entre 2000 e 2014 houve aumento de 503% do número de mulheres presas no Brasil. Estima-se que 3 em cada 10 delas estejam na cadeia à espera do resultado final de seu processo. As encarceradas no Brasil são em sua maioria jovens, pobres, negras e solteiras, grande parte mães e, predominantemente, as principais responsáveis pelo sustento de seus filhos. A lei já prevê que mulheres grávidas e mães de crianças de até 12 anos devam aguardar o julgamento fora da prisão. A aplicação da lei e dos tratados internacionais de direitos humanos que protegem as mulheres e seus filhos precisa ser garantida para podermos reverter a situação de injustiça e violência que atinge essas pessoas de maneira avassaladora. A liberdade é a regra, a prisão deve ser somente a exceção.” […]

  2. O país preso na doença de suas cadeias – Bem Blogado

    […] Direito das mulheres: gestantes e mulheres com filhos menores de 12 anos têm direito a aguardar seu julgamento fora da prisão. “Entre 2000 e 2014 houve aumento de 503% do número de mulheres presas no Brasil. Estima-se que 3 em cada 10 delas estejam na cadeia à espera do resultado final de seu processo. As encarceradas no Brasil são em sua maioria jovens, pobres, negras e solteiras, grande parte mães e, predominantemente, as principais responsáveis pelo sustento de seus filhos. A lei já prevê que mulheres grávidas e mães de crianças de até 12 anos devam aguardar o julgamento fora da prisão. A aplicação da lei e dos tratados internacionais de direitos humanos que protegem as mulheres e seus filhos precisa ser garantida para podermos reverter a situação de injustiça e violência que atinge essas pessoas de maneira avassaladora. A liberdade é a regra, a prisão deve ser somente a exceção.” […]

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